Perdi minha mâezinha em 2009, eu tinha apenas 11 anos. Ja não tinha mais meu pai, pois perdi ele em 2003, eu tinha 6 anos. ( Nessa idade quase morri porque tomei um remédio do chão), minha mãe era catadora de lixo.
Quando eu estava gravida (eu não sabia) coloquei minha irma dentro da minha casa. Ela e meu marido me traíram.
Fui para a cidade de Parobé.
A senhora que me abrigou queria me adotar, mas eu estava tendo enjoos e muito sono.
Quando eu estava gravida (eu não sabia) coloquei minha irma dentro da minha casa. Ela e meu marido me traíram.
Fui para a cidade de Parobé.
A senhora que me abrigou queria me adotar, mas eu estava tendo enjoos e muito sono.
Eu disse para ela que preferia voltar para o abrigo , se eu não estivesse grávida voltaria a estudar.
Voltei para o abrigo Caldrefião em Porto Alegre. Realmente eu estava gravida.
Me transferiram para o abrigo Lar de São José. Fugi algumas vezes por me sentir sozinha.
Uma vez que fugi. Fui para a casa da Marcia minha irmâ. Minha bolsa t estourou 3 dias antes de ir para o hospital.
Liguei para emergencia, o médico e disse que eu devia ir para o hospital urgente.
Fui sem dor alguma. No hospital conceição de Porto Alegre, induziram meu parto.
Minha irmâ Marcia estava grávida (do pai do meu filho) e passou mal teve que ir para casa.
Eram 4:20 da madrugada do dia 3 de Novembro de 2013, nasceu meu filho Guilherme . Eu sozinha na sala de parto, apenas com os medicos.
Logo depois que estive com ele nos meus braços, pelo fato de eu ser muito novinha não sabia o que fazer, não tinha mâe, pai nem onde morar. Então deixei meu bebe com minha ex sogra avó dele.
Eu com 14 anos antes de ter meu filho eu tinha dois serviços, depois com 16 ja não conseguia mais serviço. Pois não contratavam sem assinar carteira. Cheguei a trabalhar na plaquinha do ouro, tatuagem e piercing no centro de Porto Alegre.
Com 17 anos conheci meu esposo atual.
Uma vez que fugi. Fui para a casa da Marcia minha irmâ. Minha bolsa t estourou 3 dias antes de ir para o hospital.
Liguei para emergencia, o médico e disse que eu devia ir para o hospital urgente.
Fui sem dor alguma. No hospital conceição de Porto Alegre, induziram meu parto.
Minha irmâ Marcia estava grávida (do pai do meu filho) e passou mal teve que ir para casa.
Eram 4:20 da madrugada do dia 3 de Novembro de 2013, nasceu meu filho Guilherme . Eu sozinha na sala de parto, apenas com os medicos.
Logo depois que estive com ele nos meus braços, pelo fato de eu ser muito novinha não sabia o que fazer, não tinha mâe, pai nem onde morar. Então deixei meu bebe com minha ex sogra avó dele.
Eu com 14 anos antes de ter meu filho eu tinha dois serviços, depois com 16 ja não conseguia mais serviço. Pois não contratavam sem assinar carteira. Cheguei a trabalhar na plaquinha do ouro, tatuagem e piercing no centro de Porto Alegre.
Com 17 anos conheci meu esposo atual.
Esperei completar os 18. Arrumei um emprego e fui logo na justiça. Com a intenção de me aproximar do meu menino e futuramente ter sua guarda.
Hoje ele ta grande e ainda mora com a avó.
Na última audiência a juíza dizia para todos ouvir que já não aguentava ver aquele processo que nunca acabava.
Havia três defensores. Dois ao lado da avó e uma ao meu lado, porém esta nao podia ser minha defensora e me apoiar naquele momento. Pois era defensora da outra parte.
Não havia defensor algum para mim naquele momento.
Eu sabia que podia pedir para adiar a audiência já que me encontrava naquela situação.
A guarda do meu filho foi dada a avó sem ao menos visitarem minha casa para ver como estou.
A juíza dizia que não estava estabilizada.
Eu estava e estou sim. Ela que não queria mudar o processo.
Aquela juíza era rebelde e estava brincando com o trabalho dela. E hoje eu e muitas famílias pagam por isso.
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